O MERCADO NÃO ESPERA

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Diante da ameaça cada vez mais próxima de uma Quarta Revolução Industrial, cresce o número de empresas investindo por conta própria nos seus funcionários.

A vantagem das universidades corporativas é que, sem a regulamentação do MEC, elas podem ousar o quanto quiserem e abusar  da tecnologia.

Nos últimos anos o setor bancário sofreu com a entrada das fintechs e com a digitalização cada vez mais frequente nos negócios. O Banco do Brasil, abriu mais de 120 agências digitais, escancarando a necessidade de uma nova postura dos profissionais. A fim de capacitar a mão-de-obra, o próprio Banco do Brasil, despendeu de mais de 100 milhões de reais com a universidade corporativa, que ofereceu mais de 8 milhões de horas de treinamento.

O estudo à distância, tem sido um grande aliado das corporações, segundo estudos, três quartos dos treinamentos feitos por cada um dos 5.000 funcionários no ano passado, foram on-line. Nas salas de aula, os profissionais se sentam às mesas em formato de “X”, munidas de monitores para que possam resolver os problemas em conjunto. Um mediador fica no meio, para dar apoio aos alunos.

Treinamentos com situações reais, videoaulas e jogos também são muito comuns por terem uma metodologia mais efetiva, independentemente da tecnologia escolhida.